Publicado em 26 de março de 2019 por Rodrigo Lourenço - Notícia
Coffee Lovers: Belini Café tem nova safra de cafés
De acidez alta ao café mais doce, tem opções para todos os gostos

Os amantes de café vão adorar essa notícia. A Belini Café – The Coffee Experience, na 114 Sul, está com uma nova safra de cafés disponível. O coffee hunting – caça aos cafés especiais – rendeu uma volta pelas principais fazendas produtoras do grão. Entre os polos produtores visitados estão o Cerrado Goiano, Serra da Canastra, Chapadão de Ferro e Sul de Minas Gerais.

No Sítio Armadillo, em Minas Gerais, um dos lotes passou por fermentação controlada em água com lúpulo de IPA e limão capeta. O lúpulo é utilizado em cervejas e, assim como o limão, tem o objetivo de trazer mais complexidade ao grão. Os cafés que passam por fermentação controlada em água costumam apresentar acidez e aromas particulares.

Sítio Armadillo/Foto: Bruno Aguiar

Da Fazenda Porta do Céu, em Chapadão de Ferro, saiu um dos campeões de venda: o novo Catuaí 99, do produtor Marcos Miaki. O grão é frequentemente visto no moinho de espresso. “O equilíbrio entre doçura e acidez é o ponto alto, além de, claro, a região de Chapadão de Ferro ser a única no Brasil onde se cultiva café em solo vulcânico”, explica o barista Luiz Gustavo Costa Manso, proprietário da Belini Café.

Fazenda Porta do Ceu/Foto: Bruno Aguiar

Quem adora um cafezinho mais doce não pode perder o maravilhoso Bourbon Amarelo, vindo direto do Sítio da Torre, do produtor Álvaro Coli, no município de Carmo de Minas (MG). Com sensorial intenso de açúcar mascavo, é o café mais doce da casa. Outro que cai bem é o lote especial da Fazenda Mantissa, no Sul de Minas. O café foi selecionado ainda no terreiro, pelo mestre de torra, e tem sensorial de doce de leite.

Sitio da Torre/Foto: Bruno Aguiar

O estreante dessa safra é o Sítio Alto da Serra, em Mantiqueira de Minas, região conhecida pela qualidade do café. Esse é também o grão mais exótico da cafeteria. “Com acidez alta e torra mais clara, ele tem notas intensas de frutas vermelhas, como morango e amora. O objetivo foi ter um grão para quem gosta de muita acidez, sensorialmente alta, com a modulação da sacarose na torra clara”, afirma Luiz Gustavo.

Sítio Monte Alto/Foto: Bruno Aguiar

A prata da casa vem do Sítio Nossa Senhora de Fátima, no Cerrado goiano. O grão de variedade Palma, processado no método Honey – que consiste em descascar os grãos antes da secagem, mas mantendo a mucilagem – é uma verdadeira joia. Por conta da baixa altitude e clima da região, a qualidade do café impressiona. “Nunca pensamos que fossemos conseguir um café tão incrível em Goiás e isso finalmente se concretizou. Vale a pena prestigiar esse café local”, aconselha Luiz Gustavo.

Belini Cafés/Foto: Bruno Aguiar

Os grãos são vendidos em pacotes de 250g a 300g, com preços que variam de R$ 36,00 a R$ 50,00. Quem preferir também pode levar por kg, que sai com desconto de 20% em relação ao valor dos pacotes menores. E, claro, quem quiser experimentar na hora, pode pedir um espresso por R$ 6.

 

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